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Samora volta a ter um cinema

Samora volta a ter um cinema

Centro Cultural será inaugurado a 15 ou 16 de Janeiro

A população de Samora Correia volta a ter uma sala de cinema mais de 15 anos depois do encerramento da velha casa de espectáculos. O novo centro cultural custou cerca de dois milhões de euros e será inaugurado na próxima semana.

Edição de 05.01.2005 | Sociedade
Quase 20 anos depois do último filme, Samora Correia vai ter uma sala de cinema. O novo centro cultural está quase pronto e será inaugurado no fim-de-semana de 15 e 16 de Janeiro. A confirmação da data está apenas dependente da agenda do ministro das Cidades e da Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional, José Luís Arnaut.O presidente da Câmara Municipal de Benavente considera que a presença de um representante do Governo dignifica a cerimónia, mas António Ganhão garantiu que o novo equipamento será inaugurado mesmo sem a presença do governante.O Centro Cultural de Samora Correia é um moderno edifício construído num terreno que chegou a ser ocupado pelo mercado mensal e pela feira junto do cemitério da vila. A localização foi polémica, mas a autarquia defende que o mercado e a feira terão de mudar de local porque aquele terreno é demasiado valioso e deve ser ocupado por equipamentos colectivos. Uma nova escola poderá ser o próximo equipamento a erigir no local. O centro cultural é composto por dois pisos com aproveitamento da cave. O auditório tem capacidade para 300 lugares sentados em cadeiras individuais e confortáveis. Depois há quatro lugares para deficientes que têm também acesso facilitado ao palco com uma rampa. A sala está equipada com um moderno equipamento áudio-visual com uma régie num plano superior e a possibilidade de montar uma segunda régie no meio da sala. O palco é espaçoso e está equipado com uma plataforma que permite a sua transformação e adaptação em função das necessidades. “Uma espécie de fosso para orquestra”. Um camarim grande e vários pequenos estão preparados para receber companhias de média dimensão e todos os espaços debaixo do palco foram aproveitados para arrumação de cenários e equipamentos de apoio. Logo à entrada do centro surge uma galeria para exposições permanentes e temporárias complementada com uma oficina de artes plásticas Há uma sala preparada para a aprendizagem da música com ligação a outra para colocar um piano residente. Não falta um gabinete para técnicos e funcionários e um bar de apoio. O bar deverá ser concessionado a uma associação local, mas enquanto não surgirem interessados, a câmara assumirá a exploração directa.No exterior há 16 lugares de estacionamento na zona frontal e dezenas no espaço lateral que vai permanecer sem ordenamento porque o espaço servirá ainda para a realização da feira e mercado mensal, enquanto não surgir uma alternativa.Em redor do centro há várias árvores e espaços calcetados que conferem um ambiente agradável aos acessos laterais e traseiro.A obra do centro cultural custou 1 milhão e 633 mil euros e os equipamentos custaram 320 mil euros. Os fundos comunitários financiaram a obra com 1 milhão e 53 mil euros.O programa de inauguração do centro cultural irá incluir um espectáculo montado para o efeito e uma exposição que ficará patente na nova galeria. Nelson Silva Lopes
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