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Futebol de formação é o parente pobre em todos os países

A formação é o parente pobre do futebol, quer em Portugal, na Eslováquia ou na Eslovénia. Essa foi a ideia força que ficou após o colóquio realizado na segunda-feira, à noite, na Golegã, que juntou os treinadores das Selecções dos três países, que tentaram mostrar como se faz a formação de jovens futebolistas, e mostrou que não há grandes diferenças entre as três realidades.

Edição de 19.01.2005 | Desporto
O treinador da Selecção Portuguesa, Agostinho Oliveira, foi mesmo mais longe e não se coibiu de afirmar que as conquistas do futebol português são uma mentira, porque não mostram a realidade do país. “Conseguimos estar muito acima daquilo que podemos”, garantiu enquanto defendia um trabalho mais participativo e mais ligado entre as associações e a federação.Agostinho Oliveira que defendeu a redução do número de clubes nas várias divisões nacionais, garantiu que há um trabalho de base feito para racionalizar e dar mais competitividade ao futebol de formação. “Mas não há condições financeiras para colocar as medidas de reestruturação a andar, e por isso vão-se tomando medidas avulso que só entravam mais o seu desenvolvimento”, referiu.O seleccionador nacional defendeu ainda que as autarquias têm tido um papel importante e vão continuar a ser motores de desenvolvimento, “mas na criação de infra-estruturas e não na oferta de dinheiro para comprar mais um jogador para a equipa da sua terra”.

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