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Atendimento mais rápido na Segurança Social

Atendimento mais rápido na Segurança Social

As novas instalações do serviço local da Segurança Social de Santarém foram inauguradas terça-feira. Com elas foi possível implementar um sistema de atendimento mais rápido e eficaz.

Edição de 19.01.2005 | Sociedade
Com a inauguração do serviço local de Santarém, o Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social (CDSSS) implementou um novo modelo de atendimento para as pessoas colectivas. O sistema vai permitir que os empregadores tenham acesso à informação, às certidões que precisam, no espaço de minutos. Quando antes a resposta demorava dez dias. Trata-se de um modelo experimental que já tinha sido testado nas antigas instalações e que está a resultar. Anteriormente os contribuintes (que fazem os descontos para a Segurança Social referente aos seus funcionários) tinham que preencher um formulário com as questões que queriam ver resolvidas e esperar pela resposta. Com as novas instalações, inauguradas terça-feira à tarde, as pessoas doentes e incapacitadas são as que mais diferenças vão notar. Em 2001 o Serviço de Verificação de Incapacidade funcionava num segundo andar de um prédio de habitação perto do tribunal da cidade. Em média, por mês, são feitos 60 actos médicos no serviço, muitos dos quais a pessoas em cadeiras de rodas e em macas. A abertura das novas instalações é a cereja em cima do bolo de uma dinâmica que a actual direcção implementou desde 2001. Desde essa altura foram melhorados nove serviços locais do CDSSS e construídos três novos, no Entroncamento, Mação e Samora Correia. O que representou um investimento total de três milhões de euros. O concelho de Santarém, segundo o director do CDSSS, António Campos, “já merecia uma obra deste tipo”, já que a par de Évora era o único “que não tinha beneficiado de uma nova infra-estrutura após o 25 de Abril de 1974”. António Campos destacou também a diminuição do tempo de espera dos utentes. O tempo médio de espera em 2001 era de 44 minutos, baixando para 14 minutos em 2004. Na terça-feira os utentes não chegaram a esperar 2 minutos. As novas instalações, que custaram cerca de 500 mil euros, constituem apenas a primeira fase da sede do centro distrital. Comportam os serviços de contacto com o público, como o atendimento geral, tesouraria, acção social e serviços de verificação de incapacidades. A segunda fase, cuja construção não deve começar ainda este ano, irá albergar os serviços administrativos que continuam a funcionar no Largo do Milagre. O CDSSS tem também em curso o processo de certificação de qualidade dos serviços de acção social a nível distrital, pela norma ISO 9001. Situação que deve estar concluída até final do ano. “Seremos os primeiros a ousar organizar adequadamente os nossos serviços”, sublinhou António Campos.
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