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Socorro a passo de caracol

Edição de 10.02.2005 | O Mirante dos Leitores
Sendo eu um tripulante de ambulâncias de socorro e estando a par da situação relatada no vossa notícia relativa a uma criança que esteve 45 minutos à espera de uma ambulância na Escola de S. Domingos em Santarém, tenho de concordar com o senhor Pedro Coelho Santos do INEM. Muitas vezes são chamadas viaturas de socorro para transportar para o hospital alunos que se encontram com febre ou dores de dentes ou situações semelhantesSei que por vezes é difícil acudir a todas as situações dado que os recursos humanos e materiais são escassos. Mas se por um dedo magoado; uma unha encravada ou uma dor de cabeça eu accionar uma ambulância é evidente que o sistema entra em ruptura. Lamento o facto de a criança em causa ter sido assistida algum tempo depois do sucedido.Segundo palavras do coordenador da escola, sr. João Filipe, as escolas ligam sempre para o 112 por não terem formação na área de socorro. Dado que nós pais pagamos seguro escolar não havia a possibilidade de dar formação a nível de socorrismo a um ou dois funcionários da escola?. Que eu tenha conhecimento todas as escolas possuem um posto de socorros, ou deviam possuir. Assim sendo poderia ser feita uma triagem em condições e evitar estas situações desagradáveis Vitor M. S. Piedade

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