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Primeira Feira de Stocks arranca em Torres Novas no dia 25

A Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) e a Associação Comercial e Industrial de Torres Novas (ACIS) uniram esforços para a organização da primeira Feira de Stocks do Ribatejo, que se irá realizar entre os dias 25 e 27 deste mês no pavilhão da Nersant, em Torres Novas.

Edição de 16.02.2005 | Economia
O objectivo do certame, que conta também com o apoio logístico e financeiro da Câmara de Torres Novas, é o de proporcionar aos empresários o escoamento de produtos em stock e restos de colecção e ,ao mesmo tempo, possibilitar aos visitantes a compra de artigo a muito baixo custo.Durante três dias – 25, 26 e 27 deste mês - estará em exposição uma diversidade de produtos trazidos pelos cerca de 40 expositores já inscritos, entre vestuário, calçado, marroquinaria, móveis, artigos de decoração e de ourivesaria. O objectivo dos promotores desta “experiência” visa a implementação, no futuro próximo, de uma feira anual de stocks. Mas serão sempre os empresários da região a decidirem sobre o interesse deste certame.Para já a adesão não tem sido grande. Dos mais de dois mil contactos feitos, até à última segunda-feira só 40 expositores tinham confirmado a sua presença. A grande maioria é do distrito mas há também empresas do centro e do norte do país a apostarem na feira, nomeadamente de Pombal e Gondomar.“O sucesso desta feira será aquele que os empresários quiserem”, afirmou na conferência de imprensa realizada segunda-feira o responsável da ACIS, adiantando que os organizadores têm feito tudo para sensibilizar os empresários para a importância de implementação de um certame deste género na região.A fraca adesão de empresários é justificada pela Nersant pelo facto de a grande maioria ter estruturas de venda muito pequenas, algumas vezes só com um ou dois funcionários. “Há alguns que terão de fechar os seus estabelecimentos na sexta-feira e no sábado para poderem aqui estar presentes”, referiu Filipe Martins, adiantando que há o receio de venderem menos no certame que nas suas próprias lojas.É por isso que os locais de exposição foram alugados a preço de saldo. Para os associados das duas entidades promotoras cada módulo custa 30 euros.A feira vai funcionar como a última oportunidade de escoamento de stocks para os empresários, esgotadas já as épocas de reduções de preços e de saldos. “É mesmo o limite de escoamento do produto”, referiu o responsável da associação empresarial.Em termos de estrutura, a exposição terá um espaço destinado aos stands das empresas, organizado pelo respectivo ramo de negócio e também um local permanente reservado a leilões, para os expositores venderem os seus artigos em lotes. Todos os dias da feira haverá leilões. O certame conta ainda com animação diária e duas tasquinhas de comes e bebes. Os organizadores estão convictos de que público não faltará à feira, até porque os portugueses não nadam em dinheiro e se puderem adquirir um móvel, uma peça de vestuário ou um electrodoméstico mais barato não o vão comprar mais caro. E depois há também a curiosidade natural das pessoas, de ver como é que o certame funciona. A juntar a isto tudo estão as entradas no certame, que serão grátis.
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