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Voluntários de Santarém poderiam ter ajudado

Edição de 16.02.2005 | O Mirante dos Leitores
Na notícia “Socorro a passo de caracol”, publicada na edição de 3 de Fevereiro relativa a uma criança que esperou 45 minutos por uma ambulância, é dito pelo assessor do Instituto de Emergência Médica Pedro Coelho dos Santos, “que os Bombeiros Voluntários de Santarém não foram contactados porque geralmente não têm operacio-nalidade”.Quero dizer que os Bombeiros Voluntários de Santarém não são posto INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) mas prestam serviço de emergência médica  solicitados pelo mesmo instituto através do CODU (112) Centro de Orientação de Doentes Urgentes, como posto de reserva, com as ambulâncias da Associação dos Bombeiros Voluntários de Santarém e não do INEM. Nos últimos meses efectuamos em média 50 serviços mensais, além dos que são solicitados pela população fora do Sistema Integrado de Emergência Médica.No dia 27 de Janeiro às 13h45, altura em que ocorreu o pedido pela Escola de S. Domingos tínhamos no quartel uma ambulância e tripulação para responder à emergência se tivéssemos sido solicitados. Isto, apesar de neste momento nos debatermos com algumas dificuldades ao nível do serviço de saúde, pelo facto de termos em reparação duas ambulâncias, uma danificada num acidente o outra que avariou, o que levou a Direcção dos Bombeiros a efectuar a compra de um novo veículo para resposta ao aumento de serviços. Quero reafirmar que é desajustada a explicação dada pelo assessor do INEM, porque maioritariamente temos dado resposta aos seus pedidos.Guilherme Isidro - Comandante dos Bombeiros Voluntários de Santarém

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