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Câmara de Coruche quer indemnização de milhões

Atraso na construção das piscinas motiva processo em tribunal por danos morais e patrimoniais

A Câmara de Coruche vai pedir uma choruda indemnização às empresas responsáveis pelo atraso da abertura das novas piscinas. A autarquia já constituiu como advogado Tomás Albuquerque, para avançar com o processo na área administrativa.

Edição de 23.02.2005 | Sociedade
As empresas em causa são a Segropol (projectista), Teixeira Duarte (construtora) e FBO (fiscalizadora) que, de acordo com o líder da autarquia, causaram elevados danos morais e patrimoniais devido a mais de um ano de encerramento para obras.“As piscinas não funcionaram durante mais de um ano e foram goradas muitas expectativas, além de se ter causado uma campanha de má imagem e descrédito da autarquia e dos seus técnicos”, referiu o presidente da câmara, Dionísio Mendes (PS), na reunião do executivo de dia 16, adiantando que o advogado ainda está a apurar o montante certo para o pedido de indemnização.O processo vai seguir agora para tribunal, mas não está posto de parte alcançar-se um acordo. “Não falámos com ninguém. A empresa construtora suportou os arranjos das piscinas, mas o que está em causa é o prejuízo causado em virtude desses problemas. No decorrer do processo discutir-se-á se se tenta um acordo ou não”, comentou o presidente da Câmara de Coruche.A decisão da constituição de um advogado e de avançar com um processo judicial vem na sequência de uma deliberação unânime do executivo municipal de 3 de Novembro de 2004.

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