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Tavares - 28 Anos Coruchense

Tavares, é um daqueles jogadores que faz jus ao ditado “mais vale quebrar do que torcer”. Joga pela segunda vez no Coruchense, depois de dois anos no Rio Maior e um ano no Sacavenense. Sente-se bem e garante que vai jogar até que as pernas o deixem. Jogar até à idade em que terminou o seu ídolo, Oceano é a sua grande meta. Enquanto isso é no Coruchense que se sente bem.

Edição de 02.03.2005 | Desporto
Uma entrada mais dura sobre um adversário coloca-o logo em sentido?Colocar em sentido não. Mas serve sempre para mostrar ao nosso adversário que estamos ali e que não viramos a cara à luta. Contudo sou muito exigente comigo, luto até à exaustão, mas tento jogar sempre de forma dura, mas leal com os meus adversários.Joga sempre da mesma maneira num campo relvado ou num pelado?Não tenho receio de jogar num pelado e se for necessário ir ao chão vou sem qualquer problema. Contudo entendo que jogar na relva natural dá outra motivação. Já jogar em sintético é, para mim, uma contrariedade maior do que jogar num pelado.É do tipo brincalhão no balneário e costuma pôr alcunhas aos colegas?Sou muito brincalhão. Gosto de mandar umas bocas e de receber também. Rio-me com facilidade mas não gosto de pôr alcunhas a ninguém. Também não tenho nenhuma alcunha dentro do balneário. Um bom balneário é fundamental para obter bons resultados?Não só é fundamental, é vital para todos os clubes. Se o grupo de trabalho não puxar todo para o mesmo lado, se os jogadores não se ampararem uns aos outros, nos bons e nos maus momentos, não há clube que resista.Como é a sua relação com os árbitros?Não falo com os árbitros. Quando entro em campo limito-me a jogar e a preocupar-me com o jogador que estou a marcar.Quer jogar até que idade?Vou jogar até que as pernas o deixarem. O Oceano, que é o meu ídolo, jogou até aos 36 anos, porque é que eu o não hei-de fazer também? Tem algum jogo de que se recorde especialmente?Sim. No segundo ano que estive aqui no Coruchense, fomos jogar a Porto Santo, num dia em que eu fazia anos. Foi um jogo muito intenso, estávamos a perder 1-0 e o Rebita falhou uma grande penalidade. Na segunda parte no balneário juntámo-nos e foi combinado que íamos vencer, para eu ter uma prenda de anos, e conseguimos dar a volta ao jogo e ganhar por 2-1.Quando há confusão entre jogadores mete-se ao barulho?Já passei por essa fase. Quando era jovem sempre que havia ajuntamento lá estava eu metido. Algumas cacetadas que levei e a idade ensinaram-me a não me meter nessas situações. Só vou ao barulho para retirar algum colega que veja que está à beira de cometer alguma loucura.

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