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Comunicação discutida na ESTA em Abrantes

Edição de 09.03.2005 | Sociedade
O Presidente da Câmara de Abrantes não sente necessidade de ter um assessor de imprensa. Respondendo a uma pergunta da audiência, terça-feira à tarde, no decorrer de um debate sobre “jornalistas e assessores: relações ambíguas?”, inserido no quarto encontro de comunicação da ESTA - Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, Nelson Carvalho disse que o Gabinete de Comunicação da autarquia é suficiente para tratar da informação municipal e que ele está normalmente disponível para responder às solicitações dos jornalistas.O que se passa na Câmara de Abrantes em termos de comunicação passa-se em todo o distrito de Santarém onde nenhum presidente de câmara tem assessor de imprensa. Uma situação que fez com que grande parte das intervenções sobre as relações entre jornalistas e assessores fosse produzida por João Marcelino, director do Correio da Manhã e Miguel Laranjeiro, ex-assessor do ex-Primeiro Ministro António Guterres.No debate, moderado por Luís Nunes, em que participou também o director de O MIRANTE, Alberto Bastos, todos os intervenientes foram unânimes em considerar que o trabalho dos jornalistas e dos assessores de imprensa são complementares e ao mesmo tempo “conflituantes”.O director do Correio da Manhã defendeu que um jornalistas que vai para assessor não deve regressar à profissão de jornalista e colocou o respeito mútuo e a verdade como principais alicerces do relacionamento que deve existir entre as duas profissões. Uma ideia secundada por Miguel Laranjeiro que confessou ter feito mais amigos entre os jornalistas do que entre os políticos durante o tempo que assessorou António Guterres.O Quarto Encontro de Comunicação decorreu entre segunda e quinta-feira e foi organizado pelos estudantes do curso de comunicação social. O lema escolhido para o mesmo foi: “Comunicar: como?”. Os outros grandes temas em discussão foram: “Media:Censurados ou independentes?”, “Humor: um Género sério?”, “Sensacionalismo: uma tendência para o futuro?” e “Blogues: Credibilidade ou Farsa?”.

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