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Más condições apontadas já há três anos

Edição de 09.03.2005 | Sociedade
O mau estado das escolas primárias do concelho de Salvaterra de Magos conheceu o seu ponto mais crítico em Janeiro de 2001. Na altura, centenas de encarregados de educação fizeram chegar o seu protesto junto das associações de pais das escolas. E o estado crítico dos estabelecimentos de ensino primário do concelho de Salvaterra de Magos mereceu uma reportagem de O MIRANTE. O nosso jornal visitou a maior parte das escolas e registou as críticas apontadas pelos pais de centenas de alunos. Vergas em aço espetadas na vertical para fazer os canteiros das flores, pisos desgastados, suporte dos telheiros desprotegidos, urinóis e bebedouros demasiado altos para serem utilizados por crianças de 6 anos e recreios repletos de pedras foram apenas algumas das situações encontradas.Na altura, Fernanda Manque, pertencente a uma asso-ciação de pais, alertou: “As paredes, pisos e tectos estão degradados, não há iluminação, as casas de banho não têm tampas de sanita, os lavatórios estão partidos, os bebedouros não funcionam, os portões de entrada não têm fechadura e não existe nenhuma sinalização vertical em redor das escolas, nem lombas na estrada”.Relativamente a uma escola primária de Salvaterra de Magos, uma das docentes da época, Carla Fernandes, referiu que quando chovia era obrigada a ficar com os alunos, todo o dia, fechada na sala. É que o único telheiro que existia no recreio para abrigo das crianças estava a cair e era um verdadeiro perigo estar lá debaixo. A docente, que já tinha passado por outras escolas, não hesitou em acrescentar que “era a pior escola que conhecia”.

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