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Ricardo Damas, 23 anos, Alferrarede

CROMOS DA BOLA

Ricardo Damas é um jogador ainda jovem. Oriundo da escola de formação do Benfica de Abrantes, tem feito a sua carreira de sénior no Alferrarede. Pelo meio esteve um ano sem jogar, mas o bichinho do futebol foi mais forte e regressou ao Alferrarede, onde está há dois anos.

Edição de 16.03.2005 | Desporto
No distrital joga-se por amor à camisola, ou já se joga por dinheiro?No que a mim diz respeito, jogo por amor ao futebol e à camisola. A única ambição que tenho é chegar um pouco mais longe. Nunca ganhei dinheiro que justifique os sacrifícios que faço.Uma entrada mais dura sobre um adversário coloca-o em sentido?Não tenho essa opinião. Penso mesmo que jogando com arreganho, olhando o adversário nos olhos e mostrando a nossa presença com o empenho colocado na luta, é suficiente para que ele nos respeite.Joga da mesma maneira num pelado que num relvado?Já tive as duas sensações. Não há dúvida nenhuma que jogar num relvado é muito melhor. Podemos mostrar todas as nossas condições técnicas e podemos empregar-nos mais a fundo. É indiscutivelmente melhor. Mas na questão da entrega eu jogo da mesma maneira.É por sistema brincalhão no balneário?Sou mesmo muito brincalhão no balneário. É uma faceta que tenho desde que comecei a jogar futebol. Mas não ponho alcunhas. Sou mais de contar anedotas e brincar com outras situações.Um bom balneário é fundamental para obter bons resultados?Sem dúvida alguma que sim. Aqui no Alferrarede é quase como uma família. Somos todos muito novos, com excepção do Fernando Costa e do Dionísio, mas eles também se integram bem connosco e os resultados estão à vista.Como é a sua relação com os árbitros?É uma relação normal. Respeito-os. Não sou jogador de discutir por dá-cá-aquela-palha. Aceito por sistema as suas decisões, mesmo quando vejo que não têm razão. Se a sua namorada lhe pedisse para deixar o futebol fazia-lhe a vontade?Teria que ter uma conversa série com ela. Já lhe tenho dito que antes dela aparecer já jogava a bola e é uma coisa que gosto muito de fazer, e ela teria que compreender que é um pedido que não me devia fazer.Quando há confusão entre jogadores, mete-se no barulho ou assiste de parte?Não tenho por hábito meter-me no barulho, sou mais de puxar os meus colegas de forma a acalmar as coisas, para evitar que surjam os cartões e assim prejudiquem a equipa.

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