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Queimadas de cobre perigosas em Azambuja

Edição de 23.03.2005 | Sociedade
O Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, em Vila Franca de Xira, detectou no mês de Fevereiro dois casos de queima de fios de cobre. As ocorrências deram-se em Azambuja e segundo o comandante do SEPNA, sargento-ajudante Romão Alves, revelam uma situação perigosa. No entender do operacional do serviço, este tipo de queimadas é altamente poluente, já que liberta gases tóxicos. E há o perigo de causar incêndios na área florestal se saltarem pedaços incandescentes para as matas. A queima de fios de cobre tem por objectivo destruir o plástico que isola o metal usado para conduzir a electricidade. Depois de queimado o revestimento, o cobre é vendido a sucatas. Esta actividade de queima é proibida e quem a efectuar incorre numa contra-ordenação punível com uma coima entre 750 e 5.000 euros. Conforme confirmou o sargento-ajudante Romão, os autores foram identificados e o processo foi remetido para a Inspecção-Geral do Ambiente. Na área do SEPNA de Vila Franca de Xira, entre Janeiro e Fevereiro, foram detectados nove incêndios, cinco dos quais originários de queimadas não autorizadas. Apesar disso Romão Alves sublinha que as pessoas começam a ficar mais sensibilizadas para os perigos que representam a realização de queimadas.

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