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Pingo Doce quer instalar-se no Cartaxo

Edição de 01.03.2006 | Economia
A Câmara do Cartaxo recusou, para já, dar uma resposta positiva à possível instalação de uma loja da cadeia Pingo Doce junto à Estrada Nacional (EN) 3, na saída norte da cidade. Em causa esteve um pedido de informação do proprietário de um terreno confinante entre a EN 3 e a rua da Ponte, em Vila Chã de Ourique, para a possibilidade de instalação daquela superfície comercial a retalho.Após discussão, o executivo municipal reunido decidiu que a melhor solução é deixar que a Associação Comercial do Cartaxo e a comissão do Ministério da Economia se pronunciem acerca da possibilidade de a nova superfície comercial se instalar na cidade.O terreno fica junto à saída do Cartaxo, pela EN 3, antes da rotunda do posto de abastecimento de combustíveis, dentro do perímetro urbano de Vila Chã de Ourique.Um terreno onde, segundo os serviços técnicos da Câmara do Cartaxo, passa uma linha de água e uma linha de alta tensão, e que está em zona urbanizável até 35 por cento de construção em relação à sua dimensão total.O vice-presidente da Câmara do Cartaxo, Pedro Ribeiro (PS), considera um bom sinal que as grandes superfícies comerciais procurem a cidade para se instalarem mas defende que também é necessário olhar para os interesses do comércio tradicional.O seu colega de partido, Francisco Casimiro, manifestou-se a favor da instalação de empresas pelo facto de o terreno estar em zona adequada, mas acabou por concordar com a solução adoptada.A vereadora do PSD, Manuela Estêvão, que também é dirigente da Associação Comercial e Empresarial de Santarém, sustenta que no âmbito da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo (CULT) devem ser estabelecidos critérios claros para aceitação ou rejeição de médias e grandes superfícies comerciais. “Para que saibamos onde nos basearmos para tomar posições e para que o concelho vizinho não aceite o que o nosso rejeita”, argumentou.

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