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Fado sensual de Cristina Branco encanta crítica musical americana

Crónica de Laura Sinagra do The New York Times
Edição de 21.03.2006 | Cultura e Lazer
A voz e a sensualidade de Cristina Branco, encantaram a crítica de espectáculos do jornal norte-americano “The New York Times”, Laura Sinagra, que numa crónica publicada a 13 de Março, na secção de música, analisa o espectáculo da cantora de Almeirim dado três dias antes no Skirball Center da Universidade de Nova Iorque.No texto, com o título “Navigating Woeful Fado to Brighter Realms”, que poderia ser traduzido por, Navegando no Sofrimento do Fado até Reinos mais Alegres”, Laura Sinagra escreve que a artista portuguesa “ultrapassa os desmaios de viúva de marinheiro usando a História dos Descobrimentos como uma metáfora para a descoberta”.A crónica é editada com uma foto do espectáculo onde Cristina Branco actuou acompanhada por Pedro Cardeira Cabral (guitarra portuguesa), Alexandre Silva (viola), Ricardo Dias (piano) e Fernando Maia (baixo). A autora refere o vestido cor de vinho, bastante decotado, que a cantora envergava e refere que tal como o tango, o fado moderno aparece associado à sensualidade.“Se Mariza com os seus vestidos de alta costura e os seus penteados elaborados surge como uma embaixatriz do fado, Cristina Branco, com os seus olhos cândidos e uma estrutura óssea de Mariel Hemingway exerce a atracção de uma aplicada estudante de arte.Laura Sinagra diz que em certas altura do espectáculo as notas altas de Cristina Branco atingiram a suavidade de Celine Dion e que a melhor comparação que pode fazer com outras vozes seja Sandy Denny com quem, segundo ela, a cantora portuguesa “partilha um misterioso e profundo timbre”.

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