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Erro insustentável em Torres Novas

Edição de 22.03.2006 | Sociedade
O responsável da ARSLVT refere que o que actualmente se passa em termos de urgência pediátrica no Hospital de Torres Novas é um “erro grave” do ponto de vista técnico e uma “situação insustentável” a nível operacional.António Branco refere-se ao facto de a unidade de Torres Novas ter uma estratégia “de há longos anos” que “encoraja” os pais a irem à urgência pediátrica “qualquer que seja o sintoma” do filho.“Os pais de uma criança que apresenta uma situação completamente banal, como uma simples constipação, acabam por ir à urgência pediátrica de Torres Novas porque sabem que ali o filho será sempre visto”, refere o responsável.Que salienta a vantagem, nesses casos, de se recorrer em primeira instância aos centros de saúde. “Para serem bem tratadas e medicalizadas não é preciso as crianças irem ao hospital”.O responsável refere ainda que a estratégia implementada em Torres Novas tem levado muitos pais a recorrerem à urgência pediátrica daquela unidade mesmo quando residem numa zona geograficamente abrangida por outras unidades do Centro Hospitalar do Médio Tejo ou até pelo Hospital de Santarém.O que, em termos estatísticos, leva ao empolamento do número de urgências pediátricas atendidas no Hospital Rainha Santa Isabel. “O que acontece em Torres Novas é uma situação anómala, que não existe em mais nenhuma parte do país”.O MIRANTE contactou o director do serviço de pediatria da unidade de Torres Novas para esclarecer a situação. Aníbal Teixeira afirmou não estar mandatado pela administração para dar informações ao exterior, remetendo-nos para a directora clínica do centro hospitalar. Natália Rodrigues também não quis fazer qualquer comentário.

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