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Saiu do campo a chorar

Rafael Parreira tem 10 anos, é guarda-redes do CADE e um exemplo de responsabilidade
Edição de 19.04.2006 | Desporto
Rafael Pereira, guarda-redes do CADE, tem apenas 10 anos mas já demonstra um grande exemplo de responsabilidade. Saiu do campo a chorar porque a sua equipa perdeu a final do torneio na marcação de grandes penalidades. “Eu fui o culpado da derrota porque sofri um golo que não podia sofrer”, dizia entre soluços. E nem o treinador conseguia fazer-lhe ver que não havia culpados.Pouco depois, já mais calmo, garantiu que quer ser guarda-redes e que vai fazer tudo para vir a ser um dos melhores. “Quero ser um grande guarda-redes. Não tenho um ídolo que queira imitar, quero ser eu próprio”, afirmou com convicção.A mesma convicção com que garantiu não ter um clube especial que vai querer representar no futuro. “Qualquer um me serve. Quero é ser guarda-redes, seja no Benfica, Sporting ou Porto. Não tenho preferência por nenhum”, garantiu Rafael Pereira.Jogar no CADE já é para ele um grande incentivo porque na sua opinião é a melhor escola de futebol do distrito. Os seus pais não vão muito os seus jogos mas apoiam-no na sua escolha desportiva. Até porque isso não lhe tem trazido contratempos ao nível dos estudos. “Estou no quinto ano e tenho subido as notas”, disse com simplicidade o jovem jogador.

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