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A incompreensão das famílias

Edição de 19.04.2006 | Sociedade
Orlando Santos, psicólogo clínico no Núcleo de Atendimento a Toxicodependentes (NAT) de Povos explica que normalmente é a mãe que procura integrar o processo de tratamento por ser “a pessoa mais próxima, por ter um amor incondicional pelo filho”. Segundo o especialista, as famílias, geralmente a mãe, questionam muito e “querem saber o porquê de ter acontecido e tentam compreender”. Na perspectiva do processo de recuperação, o psicólogo clínico diz que esta participação da família é importante, ao tornar-se um incentivo ao próprio utente. Actualmente, dos cerca de 100 utentes do NAT a esmagadora maioria tem a família presente.No NAT ainda não existem grupos de famílias que se reúnem para partilhar histórias e experiências, mas, segundo Orlando Santos, é algo que planeiam fazer em breve. Por agora, fazem atendimento de famílias sempre que elas solicitam. As famílias e os toxicodependentes do distrito de Santarém podem procurar apoio no Centro de Atendimento a Toxicodependentes que funciona na capital do distrito. Para além do acompanhamento terapêutico e psicológico dos doentes, há reuniões de grupo para toxicodependentes e para os familiares com o objectivo de os ajudar a vencer com a partilha de experiências.

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