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Ministro da Economia quer maior competitividade na Opel em Azambuja

Edição de 26.04.2006 | Economia
O ministro da Economia, Manuel Pinho, defende um processo de aumento da competitividade da fábrica na Opel da Azambuja semelhante ao conseguido para a Auto Europa.O governante, que disse estar a “acompanhar de muito perto, desde Fevereiro”, a situação daquela empresa, considerou importante “dar maior competitividade” à fábrica.“Foi o caso da Auto Europa, queremos que seja o caso da Opel, respeitando, naturalmente, os centro de decisão internacionais da própria empresa”, afirmou Manuel Pinho no dia 19 de Abril, à margem da cerimónia de lançamento do Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEIIA), na Maia.Os trabalhadores da General Motors (GM) Portugal manifestaram já várias vezes a sua preocupação quanto ao futuro da fábrica da Opel da Azambuja, alertando nomeadamente que o encerramento em 2009 poderia criar “uma catástrofe social na região”.O porta-voz da GM Portugal, Nelson Silveira, garantiu em Fevereiro que os modelos Opel Combo continuarão a ser produzidos em Portugal até 2009 e que a possibilidade de encerramento da fábrica em 2008, noticiada pela imprensa, é “pura especulação”.Esta posição foi de alguma forma corroborada pelo ministro da Economia, que, quando confrontado com a possibilidade de encerramento da fábrica em 2008, respondeu: “Não é essa a informação de que disponho”.A fábrica da Azambuja registou em 2005 uma produção recorde de 73.711 unidades, dos quais 65 por cento Combo Van (comerciais ligeiros) e 35 por cento Combo Tour (ligeiros de passageiros).

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