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Bronca na festa do Povoense

Concertos dos Da Weasel e Toranja foram cancelados

Os concertos para arranjar dinheiro para clube foram cancelados. Uma bronca com prejuízos de milhares de euros. A festa do União Povoense foi estragada.

Edição de 03.05.2006 | Sociedade
Uma alegada avaria obrigou a cancelar os espectáculos programados para a noite de domingo integrados na festa comemorativa do 64º aniversário do União Atlético Povoense, da Póvoa de Santa Iria.O clube, além de já ter pago aos artistas, Da Weasel, Toranja e Guilherme Brasil, teve de devolver o dinheiro dos bilhetes aos cerca de duzentos espectadores, que aguardaram no recinto o início do espectáculo até perto das duas horas da manhã.Os espectáculos estavam previstos para as 20h00, com o animador Guilherme Brasil, o qual não compareceu. Da Weasel e Toranja estiveram no recinto, mas não chegaram a subir ao palco, tudo porque o sistema de som e luzes não funcionaram, anomalia que foi atribuída na ocasião ao gerador colocado no recinto, alegando os técnicos que não era o adequado para alimentar o equipamento.A organização acabou por pedir um outro gerador, com mais potência, o qual chegou cerca da meia noite, mas também não foi suficiente para arrancar com os concertos, suspeitando os responsáveis do clube que a avaria verificada era provocada pelo sistema de som e luzes e não por falta de potência dos geradores.Quando os técnicos da empresa de som pretenderam desmontar o equipamento e abandonar o recinto, elementos da direcção do clube solicitaram à GNR que os identificasse, uma vez que “não quiseram manter o material para o se proceder a uma peritagem”, a realizar no dia seguinte, conforme explicou Teresa Henrique, vice-presidente do Povoense.A responsável do União Povoense disse a O MIRANTE que o clube já tem uma garantia dos técnicos da Vendap, empresa fornecedora do gerador, atestando que o mesmo estava a funcionar em perfeitas condições, “aliás está já a trabalhar em Vila Franca de Xira”, acrescentou Teresa Henrique.Agora o União Atlético Povoense pretende ser ressarcido dos prejuízos causados pelo cancelamento dos espectáculos, pretendendo numa primeira chegar a um acordo pela via do diálogo, senão, “teremos que ir para tribunal”, concluiu. José Bernardes

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