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Munícipe chama “palhaço” ao presidente

Defensor da reabilitação do teatro de Alhandra exaltado na assembleia municipal

Um adepto da reabilitação do teatro de Alhandra chamou “palhaço” ao presidente da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira. Foi mais um episódio “triste” desta longa novela.

Edição de 03.05.2006 | Sociedade
A sessão da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira do passado dia 27 de Abril ficou marcada pela intervenção calorosa de Rui Perdigão. Membro da Comissão para a Reabilitação do Teatro Salvador Marques de Alhandra, Rui Perdigão interveio no período destinado ao público, exaltou-se e chamou “palhaço” ao presidente da assembleia quando este lhe solicitou para que apressasse a sua intervenção.Rui Perdigão questionou porque é que o dinheiro que vai ser usado para destruir património não é usado para recuperar o Teatro Salvador Marques. O membro da comissão acusou ainda a presidente da autarquia de ter “despejado e desmazelado” o edifício.Depois do presidente da assembleia, João Gaspar, o ter interrompido, solicitando-lhe que fosse breve, Rui Perdigão irritou-se. Indignado por o presidente o ter interrompido começou a elevar a voz o que levou João Gaspar a cortar-lhe a palavra. Rui Perdigão explodiu e acusou a assembleia de ser antidemocrática. Chamou palhaço ao presidente e desafiou ainda João Gaspar a vir tirá-lo do microfone.Já de regresso a seu lugar no público continuou a acusar a Assembleia Municipal de ter atitudes anti-democráticas e acabou por ser levado para o exterior da sala onde decorria a sessão. O presidente da assembleia e a presidente da câmara lamentaram a situação e as restantes bancadas também reprovaram a atitude de Rui Perdigão.O comportamento explosivo deste membro da comissão já se tinha evidenciado em reuniões de câmara e assembleias municipais que muitas vezes terminaram com Rui Perdigão a abandonar a sala a vociferar.Esta não foi a primeira situação de conflito neste processo. Após uma assembleia de freguesia em Alhandra, o jovem arquitecto esteve envolvido numa discussão com um comerciante que defende a demolição do teatro. Chegaram a vias de facto e, Rui Perdigão queixou-se de ter sido agredido.

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