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Governador Civil apela à solidariedade entre instituições sociais

Edição de 10.05.2006 | Economia
Promover uma melhor articulação entre as diferentes instituições de solidariedade social e estabelecer uma relação de proximidade entre as empresas prestadoras de serviços na área social e as próprias instituições. Foram estas as mais valias apontadas pelo Governador Civil de Santarém, Paulo Fonseca, em relação à Feira Social que decorreu até ao último domingo, no pavilhão de exposições da NERSANT (Associação Empresarial da Região de Santarém), em Torres Novas. O certame que alia a vertente mercantilista ao conceito da solidariedade, abriu as portas ao público na passada quinta-feira, 4 de Maio, com sessenta e quatro expositores e um plano de actividades, que contempla diversos seminários e sessões de esclarecimento sobre o tema daquela feira.Depois de visitar todos os stands que compõem o recinto da I Feira Social realizada no distrito de Santarém, Paulo Fonseca mostrou-se “muito bem impressionado” com o que viu e admitiu que “existe um mercado da solidariedade” que não pode ser “contornado”.O Governador Civil de Santarém defende que o encontro entre a vertente da solidariedade e as razões empresariais representam o “casamento perfeito”, pelo que a Feira Social assume um papel “muito importante” no estreitamento dessa relação.“São duas vertentes aparentemente diferentes que depois acabam por casar muito bem. Um país moderno e desenvolvido tem de ter uma componente de solidariedade muito activa, mas também não pode esquecer a importância da componente empresarial, que gera riqueza e produz aquilo de que o mercado precisa”, disse Paulo Fonseca.Por outro lado, o Governador Civil apelou à solidariedade entre as próprias instituições, no sentido de se estabelecerem parcerias de trabalho que viabilizem uma melhor prestação de serviços: “Há um excesso de individualismo e dificuldades na articulação das instituições. Nós temos a tentação perversa de olharmos para o nosso vizinho pelo ralo da porta, em vez de abrir a porta de par em par. E, é preciso que as pessoas percebam que, nesta perspectiva, um mais um é sempre mais que dois e que todos precisamos uns dos outros para chegarmos mais longe”.Carla Paixão

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