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Não preciso casar para ser feliz

Edição de 17.05.2006 | Especial Ascensão
Catarina Campos ocupa um cargo de importância regional mas acredita que lhe foi oferecido por mérito e não pela cor política (PS). “Eu não cheguei ao Instituto de Emprego e Formação Profissional e fui logo directora de centro. Tenho um percurso ascendente de quase dez anos na casa”.É uma mulher não acomodada, que precisa de estímulos para se sentir realizada, em termos pessoais e profissionais. “Sou muito ambiciosa a nível profissional”, diz, adiantando que daqui a uma década não se imagina sentada na cadeira que hoje ocupa no Centro de Emprego e Formação Profissional de Santarém. “Estou sempre à procura de novos desafios, preciso disso”.O casamento não é uma prioridade para a economista de 32 anos. “Isso não quer dizer que não esteja bem com a minha vida sentimental”, ressalva quem acredita que a felicidade não é dada pela assinatura de um papel. Em termos pessoais falta-lhe apenas concretizar um projecto, que tem vindo a ser adiado – ser mãe. “Ainda não foi o momento mas ele vai chegar”.É uma desportista de sofá e é ali que muitas vezes torce pelas vitórias do seu “glorioso” Benfica. Confessa que viu um único jogo ao vivo, que nunca visitou a “catedral” e que, ao invés, já entrou no estádio do rival da segunda circular.

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