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Vinhos estragados

Edição de 17.05.2006 | O Mirante dos Leitores
A convite de um familiar visitei algumas localidades ribatejanas em Março deste ano. Uma delas foi a Chamusca. Aí entrei num espaço muito interessante cuja denominação penso ser “Centro de Artesanato”.Comprei uma peça de artesanato e duas garrafas de vinho, embora fosse aconselhada, por quem me acompanhava, a não adquirir o vinho por o mesmo estar num armário junto a uma janela e as garrafas, bastante antigas, estarem ao alto.Abri a primeira garrafa alguns dias depois, já em Lisboa onde resido e confirmei que na verdade o vinho estava estragado. Ontem abri a segunda, sem grande esperança que estivesse em condições, confesso, e confirmei que o aviso que me tinha sido feito tinha razão de ser. O vinho também estava deteriorado.Não sou grande entendida em vinhos mas esta não é a primeira vez que sou confrontada com situações do género. Há cerca de um ano, no Norte do País, num restaurante, foi-me servido um vinho que estava estragado. Era um vinho com alguns anos, como os da Chamusca, e a garrafa deveria estar há anos ao alto, num armário junto à cozinha do estabelecimento.Os vinhos que têm menos saída e os mais velhos acabam por ser os mais castigados. Pelo que tenho lido as garrafas deveriam permanecer, deitadas, numa adega em ambiente escuro e fresco. Não apresentei qualquer reclamação nem tenciono fazê-lo mas fica aqui a minha chamada de atenção, até porque já percebi que o Ribatejo quer afirmar cada vez mais a qualidade dos seus vinhos.Regina Santos - Lisboa

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