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Fogo põe sede do Cartaxo fora de jogo

Chamas destruiram cobertura e danificaram salas

Na origem do incêndio terá estado o sobreaquecimento de uma grelha de um estabelecimento de restauração situado no rés-do-chão.

Edição de 17.05.2006 | Sociedade
A sede do Sport Lisboa e Cartaxo foi parcialmente consumida por um incêndio que deflagrou a meio da manhã desta terça-feira. Toda a cobertura do edifício, situado na rua Dr. Lopes Batista, foi destruída pelas chamas. Ficaram ainda danificadas duas salas e algum material como cadeiras, mesas e arquivo morto.O fogo deflagrou cerca das 11h20 e encontrava-se no edifício o presidente do clube, Avelar Marques, e um elemento da comunicação social. Só deram conta do incêndio quando um bombeiro irrompeu escadas acima para avisar que o prédio estava em chamas.De acordo com fonte dos Bombeiros Municipais do Cartaxo (BMC), o incêndio deve ter tido origem no estabelecimento de restauração do rés-do-chão. Uma grelha de assar em sobreaquecimento terá causado um incêndio que, através da chaminé, pegou à cobertura de madeira do prédio. Uma situação confirmada por Avelar Marques. O presidente do clube diz que o proprietário do estabelecimento se responsabilizou de imediato pela situação. O MIRANTE não conseguiu falar com o dono do estabelecimento uma vez que este encerrou de imediato o restaurante. As chamas propagaram-se rapidamente e foram controladas cerca do meio-dia. Até perto das 14h00 procedeu-se ao rescaldo. O fogo foi combatido por 24 elementos, apoiados por três veículos de combate a incêndios, um auto-tanque, uma ambulância e um veículo de comando. A sede do SLC, onde o clube está instalado há mais de 20 anos, é alugada e a situação foi comunicada ao senhorio. Na sala que ficou mais afectada pelo incêndio a direcção do clube pretendia criar uma sala de troféus mais ampla. Outras salas que estavam destinadas a outras actividades do clube também foram afectadas pelas chamas e fumo e água despejada pelos bombeiros.Segundo Avelar Marques, o incêndio na velhinha sede do clube vem pôr a nu a necessidade de se encontrar um espaço mais apto. “A câmara já deliberou em Setembro de 2005 ceder-nos um terreno para a construção do relvado sintético e da nova sede, mas ainda não está feita a escritura dessa área de cerca de 240 metros quadrados. Dado o que se tem feito por algumas colectividades do concelho penso que também temos direito a um terreno”, observou o dirigente. Ricardo Carreira

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