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Treinador e comentador

Edição de 24.05.2006 | Entrevista
Quando terminou a carreira de ciclista, aos 33 anos, Marco Chagas nem teve tempo para descansar. Na época seguinte foi convidado para treinar a Tensai – Mundial Confiança e aceitou.Pegou numa equipa em que oito corredores eram estreantes na Volta a Portugal mas ainda assim conseguiu que a equipa vencesse uma etapa, envergasse a camisola amarela um dia e tivesse dois corredores nos dez primeiros. No ano seguinte já colocou um ciclista (Manuel Abreu) a discutir a volta e a terminar em segundo.Depois foi para a Sicasal. Foram três anos que o marcaram, até pela experiência internacional, mas foi um período extremamente desgastante. “Fui para a Sicasal quando o projecto já era um limão muito espremido e cheio de vícios mas ainda assim houve coisas boas. Descobri o Vítor Gamito mas nunca ganhei a volta. Aliás, nos cinco anos que treinei fiz quatro vezes segundo mas nunca venci nenhuma volta”, recorda.Hoje, cerca de uma década depois, diz que foi uma experiência interessante mas que não lhe deixou saudades. Não afirma que nunca mais dirigirá uma equipa mas garante que só com uma proposta irrecusável ou por paixão. Como por exemplo se aparecesse uma equipa da região. “Envelheci mais naqueles anos na Sicasal que nos 18 como corredor”, afirma.Quando deixou de treinar recebeu o convite para ser comentador de ciclismo da RTP. Aceitou e ainda hoje mantém essa actividade, sendo considerado por muitos o melhor comentador de ciclismo em Portugal. Além da RTP faz também comentários para uma produtora que trabalha para a RTP e a Sport Tv.

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