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Casa mortuária de Subserra avança

Casa mortuária de Subserra avança

Câmara de Vila Franca garante construção segura
Edição de 24.05.2006 | Sociedade
As obras de construção da casa mortuária de Subserra, na freguesia de São João dos Montes, Vila Franca de Xira foram suspensas por razões de segurança em Agosto e ainda não recomeçaram.Em causa está a falta de aptidão do solo que é demasiado vulnerável e foi inundado pelas águas das chuvas. A autarquia mandou elaborar um estudo geotécnico e concluiu que é viável e seguro construir a casa mortuária naquele local. Alguns vizinhos tinham a esperança de que a câmara estudasse uma nova localização porque não aceitam uma casa mortuária ao lado de um espaço de convívio para idosos e de um parque infantil. A Junta de Freguesia de São João dos Montes convocou a população e a maioria dos cidadãos presentes manifestou-se a favor daquela localização. Alguns habitantes da aldeia referem a O MIRANTE que não se incomodam com o eventual conflito de sentimentos. “Não vejo problema nenhum. Os miúdos são poucos ou nenhuns”, explica Francisco Lopes da Silva.A opinião é reforçada por Adelaide Sousa que considera que a casa mortuária “é um bem que faz muita falta na aldeia”. Luís Cândido está mais preocupado com a falta de utilização do parque infantil e espaço de convívio para idosos. “Fizeram aquilo, gastaram dinheiro e agora ninguém vai para lá”A câmara também reconhece a necessidade de construir o equipamento. O vice-presidente, Alberto Mesquita (PS), informou que vão ser feitas drenagens para escoar a água acumulada e assim que existirem condições a obra será feita.O autarca considera que os problemas detectados no solo serão ultrapassados e a casa mortuária será construída em local seguro.Uma opinião diferente manifestou Nuno Libório (CDU) que lamentou que a própria câmara tenha ignorado a carta de aptidão de solos quando escolheu um local de risco para a construção de um equipamento público. Recorde-se que no local já existiu uma escola que acabou por ruir. Os trabalhos foram adjudicados em Julho de 2005 por cerca de 100 mil euros à empresa Mateus & Irmãos Lda. O prazo de execução era de quatro meses.
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