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Lagarta do pinheiro ataca estudantes

Lagarta do pinheiro ataca estudantes

Alunos de Santarém e Chamusca tiveram que ser assistidos no hospital

Comichões e dificuldades respiratórias foram alguns dos sintomas que os jovens apresentaram.

Edição de 24.05.2006 | Sociedade
Seis dezenas de alunos de escolas de Santarém e Chamusca tiveram que recorrer aos serviços de saúde devido a alergias provocadas pela lagarta do pinheiro. A situação mais complicada que se viveu quarta-feira, 17 de Maio, foi na Escola Básica 2/3 e Secundária da Chamusca com 52 estudantes afectados. O estabelecimento de ensino acabou por encerrar nesse dia.Em Santarém a lagarta, designada por processionária, provocou alergias a 16 alunos da Escola Básica 2/3 Mem Ramires, que foram assistidos nas urgências do Hospital de Santarém. Tiveram alta pouco depois. Esta unidade recebeu também dois alunos da Chamusca que estavam com dificuldades respiratórias, enquanto os restantes 50 foram assistidos no centro de saúde dessa vila. Segundo o assessor de imprensa do hospital, Rui Moreira, apenas uma criança da Escola Mem Ramires não tinha sintomas de alergia. No entanto deu entrada no serviço de urgências por se encontrar bastante assustada. As aulas na escola da Chamusca foram suspensas nesse dia. “O encerramento foi feito apenas por precaução e para que fosse efectuada uma inspecção por parte das autoridades de saúde, que não detectou nada de grave”, garantiu o presidente do conselho executivo da escola, Fernando Miranda. As aulas recomeçaram no dia seguinte com normalidade.Os 52 jovens apresentavam sintomas como comichão e vermelhidão no corpo e ligeiras dificuldades respiratórias. Começaram a chegar ao Centro de Saúde da Chamusca pouco depois das nove horas da manhã. Como o movimento de crianças queixosas era muito grande todos os meios disponíveis na unidade de saúde foram accionados e os jovens foram medicados e regressaram a casa. O director do Centro de Saúde de Chamusca, Artur Barbosa, garantiu a O MIRANTE que não houve casos graves. “Foram irritações ligeiras”, sublinhou, acrescentando que nessa tarde esteve na escola com o delegado de saúde pública a analisar o problema.
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