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Juntas supriram falta de meios de socorro

Edição de 31.05.2006 | Sociedade
Quando as juntas de freguesia começaram com esta actividade foi para suprir a falta de meios de socorro de um país que ainda estava na ressaca da revolução do 25 de Abril. Benfica do Ribatejo começou em 1978 porque só havia ambulâncias na sede de concelho, em Almeirim, e não chegavam para as necessidades, recorda Amândio Freitas, presidente da junta de freguesia. Nessa altura as auto-macas das freguesias podiam transportar feridos resultantes de acidentes. Mas mais tarde tal competência passou a ser exclusivamente dos bombeiros ou do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), entidades que tinham formação para socorrer as vítimas. As regras também começaram a ser mais exigentes e para poderem ter o alvará de serviço de ambulâncias, como lembra o presidente da Junta de Freguesia de Abitureiras (Santarém), José Ilídio Freire, era necessário ter no mínimo duas viaturas. Foi isso que ditou a morte da ambulância da freguesia, já lá vão dez anos. Depois de oito anos de actividade. O transporte de doentes é feito mediante uma credencial passada pelo médico de família ou pela administração de um hospital, para que pessoas debilitadas e com baixos rendimentos possam ir fazer tratamentos a unidades fora da área de residência. Depois o Estado paga os transportes à entidade que prestou o serviço. Em alguns casos as viagens também são feitas em táxis. Ou então é a pessoa que, não requerendo esse apoio, paga do seu bolso.

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