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Números do absentismo

Edição de 31.05.2006 | Sociedade
Na Câmara de Santarém em média cada um dos 115 operários não trabalha 65 dias por ano. O número é apenas indicativo já que há funcionários que raramente faltam enquanto outros são faltosos crónicos. No total, os 646 empregados da autarquia faltam em média 50 dias por ano. Em 2005 o município registou 424 faltas injustificadas ao trabalho, sendo 369 dadas por auxiliares (cantoneiros de limpeza, jardineiros e outros), 54 por operários e uma por um administrativo. Em Tomar as faltas dos 473 funcionários no ano passado representam 9.762 dias. O que dá uma média de 20 dias por pessoa. Mas se a este número juntarmos os 22 dias de férias, os trabalhadores da Câmara de Tomar não trabalharam 42 dias.O município de Vila Franca de Xira, com 969 funcionários, registou 17.838 faltas ao trabalho. Os operários (120) faltaram 3.579 dias e os auxiliares (308) 5.159 dias, em 2005. As câmaras com menor número de empregados também sentem dificuldades em gerir a situação. Na Chamusca os 158 trabalhadores deram um total de 3.047 dias de faltas. O que representa uma média de 19 dias/ano por cada funcionário, mais os dias de férias a que têm direito. Na Golegã (148 trabalhadores) os dias de faltas em 2005 foram 2.388. A exemplo de outros municípios da região, os operários e os auxiliares são os que mais contribuem para este número. Os 28 operários faltaram por motivos que não as férias 802 dias, o que dá uma média de 28 dias por cada. Os auxiliares (64) não trabalharam em média 11 dias de 2005.Com 275 funcionários, o município de Almeirim contabilizou em 2005 um total de 4.412 dias de ausência ao trabalho, a que se juntam 6.038 dias de férias. Em média, cada funcionário não trabalhou 38 dias dos 250 dias úteis de 2005.

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