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Rui Baptista

21 anos Fazendense

Rui Batista nasceu e cresceu no futebol representando o União de Almeirim, onde fez toda a sua formação e jogou três anos como sénior. Joga habitualmente a defesa ou a médio. Há duas épocas com o União em queda, acabou por aceitar uma proposta do Fazendense e migrou poucos quilómetros. Não é muito ambicioso, gostava de fazer a sua carreira nas melhores equipas distritais, mas aos 21 anos e sentindo-se com valor para isso, não desprezava um convite, com pés e cabeça, para vir a ser profissional de futebol.

Edição de 04.10.2006 | Desporto
Os derbis são mais motivadores do que outros jogos?É claro que sim. Há outra motivação, são jogos especiais, os sentimentos são sempre muito mais fortes e a entrega acaba por ser outra.Aos 21 anos o que espera ainda da sua carreira?Vou continuar a jogar enquanto me sentir com forças e enquanto surgirem propostas para continuar. Estou empregado, por isso as ambições não são muito grandes, mas gostava de jogar sempre nas melhores equipas do distrito. E se aparecesse um convite para ser profissional, se tivesse pés e cabeça, não o rejeitava. Qual é a sua relação com os árbitros?Respeito as suas decisões. Discuto sem exageros quando entendo que alguma coisa está menos bem. Mas isso é normal é também uma forma de fazer alguma pressão.Onde se joga melhor, num relvado, num sintético ou num pelado?Sem dúvida que num relvado. Eu estou habituado a qualquer deles. Fiz a formação a jogar em pelados, depois passei a jogar em relva natural, e agora jogo num sintético. Tento sempre fazer o melhor em qualquer deles, e embora já haja bons sintéticos, penso que ainda é na relva natural que se joga melhor.Qual foi o momento mais alto da sua carreira?Foi o ano passado, quando conquistámos a Supertaça do Ribatejo, já ao serviço do Fazendense.E o pior?Talvez, as duas descidas quando estava ao serviço do União de Almeirim. Num ano a descida da terceira divisão nacional à primeira distrital, e no ano seguinte à segunda distrital. Foi muito mau, mas isso ficou a dever-se aos problemas porque o clube passava. Foi uma situação que me marcou muito.Os avançados são uns artistas a atirar-se para a “piscina”?Quando isso acontece fico chateado e já tem acontecido dizer algumas coisas ao adversário. Mas de um modo geral controlo-me e não faço grandes ondas.

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