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Chamusca mantém taxas de IMI e derrama

Cobrança foi maior do que o previsto
Edição de 04.10.2006 | Economia
A Assembleia Municipal da Chamusca aprovou por unanimidade manter no próximo ano as actuais taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e da derrama. Os proprietários dos prédios que ainda não estão no cadastro actualizado vão pagar 0,7 por cento sobre o valor do imóvel e os dos novos edifícios 0,4%. A derrama, imposto municipal que incide sobre os lucros das empresas, vai manter-se nos dez por cento. Na reunião da assembleia municipal realizada sexta-feira o presidente da Câmara da Chamusca, Sérgio Carrinho (CDU), referiu que a derrama referente a 2006 ainda não estava totalmente contabilizada mas já fez entrar nos cofres da autarquia um pouco mais de 125 mil euros. “Uma verba que nos surpreendeu pela positiva, porque mostra que afinal as empresas do concelho não são tão débeis como se apregoa”, referiu o autarca.Quanto ao IMI, Sérgio Carrinho garantiu também que a cobrança também teve um valor maior do que no ano passado. “Aumento que se ficou a dever ao facto de terem sido registadas centenas de casas que não estavam devidamente cadastradas”.Como justificação para a manutenção dos valores em 0,4 por cento para as casas novas e 0,7 por cento para as casas mais antigas, Sérgio Carrinho referiu que os pressupostos são os mesmos do ano anterior - não se deve penalizar quem constrói novas residências em relação a quem continua a ter casas cadastradas por quantias insignificantes. Carta Educativa aprovada sem discussãoNa assembleia foram ainda aprovados sem qualquer discussão, a Carta Educativa do Concelho, um documento que, segundo Sérgio Carrinho, foi muito discutido pelos representantes das autarquias e instituições ligadas à área da educação.Também aprovado sem qualquer problema foi o Plano de Desenvolvimento Social Final do Concelho. Um documento que o presidente da câmara garantiu ser aberto a qualquer nova opinião e que pretende regular esta vertente entre 2006 e 2010.

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