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“Não tem autoridade moral para falar de protagonismo”

Moita Flores responde a presidente da Assembleia da CULT
Edição de 04.10.2006 | Política
O presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores (PSD), não gostou de ler as declarações da presidente da Assembleia da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo (CULT), Idália Moniz (PS), ao nosso jornal acerca da turbulência que tem atingido a CULT. Afirmações que foram objecto de notícia na última edição semanal de O MIRANTE e também no nosso diário online.“Repudio vivamente as declarações da presidente da Assembleia da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo. Porque se há alguém que não tem autoridade moral para falar de protagonismo político é ela, cuja carreira meteórica e sempre transitória de junta de freguesia para câmara e de câmara para governo é o exemplo de como quem quer fazer carreira política tem usado Santarém para o seu palco de arranque”, afirma Moita Flores.O autarca vai mais longe nas críticas a Idália Moniz: “Santarém é apenas um pretexto. Portanto a senhora presidente em vez de estar a atacar quem não deve era bem melhor que tivesse atenção ao conflito que se passa no interior do seu partido”.Recorde-se que Idália Moniz criticou as posições tomadas pelo presidente da Câmara de Santarém, Moita Flores (PSD), e pelo eleito socialista da assembleia da CULT Armindo Bento, tornadas públicas nas últimas semanas. E que tiveram como alvo sobretudo o administrador executivo da CULT António Torres, de quem Moita Flores pediu mesmo a demissão.“Considero, com objectividade, que as matérias evidenciadas pelos subscritores dos documentos deveriam ter sido debatidas, prévia e presencialmente, com o presidente da Junta da CULT e com a presidente da Assembleia da CULT, o que não se verificou”, disse Idália Moniz, acrescentando: “Considero lamentável que as preocupações apresentadas tenham sido previamente veiculadas pela comunicação social”.A presidente da Assembleia da CULT foi ainda mais longe: “Apenas posso retirar desta iniciativa a tentativa de alguns elementos alcançarem espaço político pessoal, sacrificando um órgão até aqui coeso, independentemente da diversidade pessoal e política dos onze presidentes de câmara e dos representantes das diferentes forças políticas que o integram, e das especificidades dos seus territórios”.O eleito da assembleia socialista da CULT, Armindo Bento, que é também presidente da Assembleia Municipal de Almeirim, também reagiu às declarações da sua camarada Idália Moniz. “Defender a incompetência, erro ou incapacidade em nome do bom nome de uma qualquer ‘corporação’ é lançar a desconfiança sobre todos, destruindo o que se deseja preservar”, lê-se num comentário mais alargado publicado na edição semanal do nosso jornal.

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