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A Ópera de Paris ali tão perto

Edição de 11.10.2006 | Cultura e Lazer
A personagem delicada da Cinderela, o sapato de cristal perdido e a leveza dos movimentos das bailarinas da Ópera de Paris arrebataram Lydie Carnier para toda uma vida. A menina passou quatro dias em casa de familiares na Cidade Luz, assistiu ao espectáculo de ballet e percebeu nesse momento que queria ser bailarina. A sua escola foi a Academia de Danse Classique Nadia Graffin, em Le Havre, Normandia, onde ingressou aos 14 anos. Lydie Carnier confessa que gostaria de ter chegado mais além, ao ballet da Ópera de Paris. Passou no exame de admissão, mas os resquícios da segunda grande guerra mutilaram-lhe os sonhos.Nos duros anos do pós-guerra a Normandia era uma região destruída com fraca capacidade económica. E os 250 quilómetros que separavam Le Havre de Paris ficavam a demasiada distância para a época difícil que se vivia.

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