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EDP em busca da excelência

EDP em busca da excelência

Empresa investiu 44 milhões de euros na região em dois anos e meio

O número de avarias nos últimos três anos reduziu drasticamente. Uma situação explicada pelos investimentos feitos pela EDP na região.

Edição de 11.10.2006 | Economia
Desde 2004 a Energias de Portugal (EDP) já investiu cerca de 44 milhões de euros na rede de distribuição da Área de Rede do Vale do Tejo, que abrange o distrito de Portalegre e parte dos distritos de Santarém e Lisboa. Um investimento que permitiu resolver as situações mais críticas, mas que irá ser complementado nos próximos anos para que a região tenha um nível de serviço muito próximo dos 100 por cento de eficácia.As obras efectuadas na rede desde 2004 modificaram por completo a eficiência da distribuição de energia eléctrica na região, que em vários padrões estatísticos já se aproxima dos desejados cem por cento. “Estamos num patamar que não chamarei de excelência mas que está muito próximo da qualidade de serviço que pretendemos”, considera o director da área de rede do Vale do Tejo, António Chaleira.Exemplo disso é a diferença do número de avarias de 2003 para 2006. Há três anos, antes do actual pacote de 44 milhões de euros de investimento, a EDP registou na Área de Rede do Vale do Tejo 2.173 avarias. Este ano vai apenas nas 744 avarias. O tempo de interrupção de fornecimento de energia estava em 2003 nas 15 horas anuais. Em 2006 está em 4 horas anuais.Numa conferência de imprensa destinada a apresentar o plano de investimentos e obras realizadas e em curso, António Chaleira revelou alguns números indicadores dos níveis de eficiência da empresa, que estão agora bem acima do que se verificava há uma década.Comparando os números da empresa com os valores referência indicados pela Entidade Reguladora do Sector Energético (ERSE) pode constatar-se que a EDP já está em boa parte dos indicadores acima do que lhe é exigido.Um dos indicadores mais relevantes para os utentes é o que se refere à assistência à rede e aos clientes. Neste capítulo a entidade reguladora estabelece um máximo de quatro horas para a reparação de uma avaria, mas a EDP, em média, não chega a demorar metade desse tempo.“Desde que o incidente é comunicado até ao accionamento do piquete o tempo médio é de 13,1 minutos. A deslocação até ao local demora em média 41,3 minutos e a reparação da avaria demora uma média de 44,9 minutos”, revela António Chaleira. O mesmo é dizer que, em média, desde que o consumidor liga para informar da avaria até a mesma estar solucionada passa apenas uma hora e 40 minutos.Os números também são positivos em termos de manutenção da iluminação pública. A ERSE indica que 97 por cento das anomalias terão de ser resolvidas num espaço de sete dias mas a EDP chega aos 99 por cento nesses sete dias. A ERSE exige também que 95 por cento dos pedidos de ligação sejam feitos em dois dias mas a eléctrica cumpre 98 por cento das ligações nesse período.Num dado curioso, António Chaleira revelou que no primeiro trimestre deste ano 80 por cento das avarias detectadas tiveram origem nas aves, com as cegonhas a provocarem o maior número de problemas, apesar dos inúmeros aparelhos dissuasores colocados em cima dos postes de alta tensão.
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