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Exportações crescem e mantêm défice comercial estável

Edição de 11.10.2006 | Economia
As exportações portuguesas cresceram 11,1 por cento nos primeiros sete meses por ano, face a igual período de 2005, fazendo com que o défice da balança comercial se mantivesse estável, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).O défice da balança comercial manteve-se estável nos primeiros sete meses do ano, com um ligeiro agravamento, apesar de o ritmo de crescimento das exportações superar o das importações, revelam os dados divulgados pelo INE.Entre Janeiro e Julho, as exportações portuguesas aumentaram 11,1 por cento, para 20,02 mil milhões de euros. Os maiores acréscimos registaram-se nas categorias de combustíveis e lubrificantes (93,6 por cento), máquinas e outros bens de capital (16 por cento) e fornecimentos industriais (14,9 por cento).Nas importações, foram também os combustíveis a mais peso ganhar (35,2 por cento), enquanto que no material de transporte e acessórios se registou uma descida de 7,3 por cento.Nos sete primeiros meses do ano as importações totalizaram 30,36 mil milhões de euros, mais 7,1 por cento do que em igual período do ano passado, segundo dados divulgados pelo INE.O saldo da balança comercial foi negativo em 10,34 mil milhões de euros, um agravamento de 0,1 pontos por cento. O défice da balança comercial da União Europeia desagravou-se em 0,9 por cento, para 7,1 mil milhões de euros, com as exportações a crescerem 6,8 por cento e as importações 4,3 por cento.O saldo com países terceiros agravou-se em 2,3 por cento, para 3,24 mil milhões de euros negativos. Nos destinos extra-UE, as exportações cresceram 30,1 por cento, para 4,4 mil milhões de euros, mas esta subida foi mais do que superada pela das importações, que escalaram ao ritmo de 16,7 por cento.No total, a taxa de cobertura da balança comercial portuguesa melhorou 2,4 pontos percentuais, para 65,9 por cento, crescendo dentro e fora da União Europeia.

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