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Fábio

19 anos - Abitureiras

Fábio é um jovem médio, esquerdo ou direito, que quer fazer carreira no futebol distrital e se possível chegar ainda mais alto. Fez toda a sua formação nas camadas jovens do Águias de Alpiarça. Ainda júnior já jogava com frequência nos seniores e deu nas vistas. Esta época foi convidado para jogar no Abitureiras, equipa que está a ser a grande surpresa do campeonato, e luta para ser uma aposta do treinador.

Edição de 25.10.2006 | Desporto
Marcar um golo é o máximo para um jogador de futebol?Sim. Marcar um golo é a satisfação total para qualquer jogador.Como reage quando um árbitro lhe mostra um cartão, cala-se ou protesta mesmo sem razão?A minha tendência é para aceitar sem refilar, até porque não sou muito castigado com cartões. Este ano ainda não vi nenhum. Quando sinto que a punição é injusta fico chateado mas guardo para mim aquilo que me apetecia dizer no momento.Os jogadores de futebol só consideram o árbitro quando ele tem um físico que mete respeito?Não é bem assim. Não é pelo físico que se vê a sua categoria, é pelo trabalho que eles se impõem, tal como os jogadores. Nunca olho para o árbitro pelo seu porte, mas sim pela sua postura em campo.É daqueles jogadores que se preocupam mais em ajeitar o cabelo e o equipamento do que em concentrar-se para o jogo?Normalmente não tenho grandes preocupações com isso. Não me preocupo com coisas supérfluas e não sou por natureza um jogador vaidoso.Quando está a jogar presta alguma atenção aos treinadores?Sou muito concentrado no jogo, mas há sempre alguma margem para poder ter em atenção as chamadas de atenção do treinador porque nos podem ajudar a corrigir alguns erros que estejamos a cometer acidentalmente. Sente-se ofendido quando um treinador o agita com uma palavra de vernáculo mais forte?Por norma respeito e dou razão aos treinadores. Aceito que também eles às vezes se vejam obrigados a dizer coisas que não queiram, não reajo mal nem fico ofendido por isso. Essa situação pode também servir para nos espicaçar o brio.Depois dos jogos os jogadores convivem com os adversários?Ainda no jogo que disputámos com o Águias convivi com os meus ex-companheiros de equipa, antes e depois do jogo. Dentro do campo é uma coisa, cá fora é outra, e as amizades são para se manter.

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