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Farmácias perdem 1,75 por cento na margem de lucro

Edição de 25.10.2006 | Economia
As farmácias vão perder, em dois anos, 1,75 por cento da margem de lucro devido às medidas definidas pelo actual Governo para a área do medicamento, uma redução que os proprietários destes estabelecimentos lamentam e vão tentar travar.A margem de lucro dos farmacêuticos era de 20 por cento até 2005, quando o ministro da Saúde, António Correia de Campos, mudou as regras no sector e definiu que a margem passaria para 19,15 por cento. No próximo ano, e de acordo com a proposta de Orçamento de Estado para 2007, esta margem vai sofrer uma nova diminuição, passando para 18,25 por cento.Esta nova redução é, na opinião do presidente da Associação Nacional das Farmácias (ANF), "inaceitável". Para João Cordeiro, que falava durante a sessão de abertura do 8º Congresso Nacional das Farmácias, que decorre em Lisboa com o lema "Farmácia - Visão e Competência", trata-se de uma "solução inesperada e que agrava, em prejuízo das farmácias, as injustiças do regime de formação de preços em vigor"."A alteração proposta, a concretizar-se, significaria que, de novo, o sector de farmácias suportaria um sacrifício mais do que proporcional à sua participação no preço dos medicamentos", disse João Cordeiro.João Cordeiro prometeu "ultrapassar esta situação", nomeadamente "no período de discussão do Orçamento Geral do Estado na Assembleia da República". "Procuraremos ultrapassar esta situação, em diálogo com o Governo e os grupos parlamentares", disse.

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