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Ópera pela primeira vez no Cartaxo

Protocolo entre Orquestra Metropolitana de Lisboa e Câmara do Cartaxo
Edição de 31.10.2006 | Cultura e Lazer
A ópera as “As Bodas de Fígaro”, de Mozart, realizado a 25 de Outubro no Centro Cultural do Município do Cartaxo CCMC, constituiu o primeiro passo do protocolo assinado entre a Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) e o município cartaxense. O protocolo prevê ainda actuações da Orquestra Académica Metropolitana, composta por estudantes e dos “Pequenos Violinos”. Pressupõe ainda seis a sete acções de formação musical e apoio às associações locais onde se lecciona música. È objectivo do Centro Cultural tentar assegurar que a OML leve à cidade um espectáculo de ópera cantada em português uma vez por ano.A presidente da direcção da OML realçou que a descentralização e a partilha cultural com o maior número de população são objectivos a cumprir. Gabriela Canavilhas salientou que os espectáculos de ópera não têm apenas uma componente elitista e erudita, e recordou que aglutinam a música e o teatro, possuindo também origens populares. “O Cartaxo possui um equipamento extraordinário, apto a receber produção cultural. A cultura é a chave para o desenvolvimento económico e social”, opinou Gabriela Canavilhas.O presidente da Câmara do Cartaxo, Paulo Caldas (PS), elogiou o protocolo acordado como símbolo de descentralização cultural por parte de uma entidade como a OML, “referência de qualidade”. “Fizemos tudo para chegar até aqui e partilhar com a população uma oferta cultural diversificada para engrandecimento da terra, com um equipamento vivo e voltado para as pessoas”, sublinhou o autarca. Pedro Mendonça no Teatro D. Maria IIO gestor de programação do CCMC aceitou, em Maio, uma proposta para ser assessor da Direcção Artística do Teatro Nacional D. Maria II. Pedro Mendonça justifica a opção por se tratar de um “convite para um cargo com rigor e qualidade insuspeitos, que foi pensado”.Ainda assim, Pedro Mendonça irá ainda continuar ligado à escolha da programação artística, ficando a gestão da programação do centro cultural a cargo de Marco Guerra. “Foi positivo o meu percurso no Centro Cultural e uma excelente aprendizagem, com valorização cultural e muitas críticas construtivas. Contámos com 23 mil espectadores neste período o que foi muito positivo”, considerou.

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