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Arbitragem contestada pelos treinadores

Edição de 31.10.2006 | Desporto
No final do jogo os treinadores João Henriques e Mário Lázaro, mais do que comentar o jogo atiraram-se à arbitragem de Tiago Dias. Para o treinador do Torres Novas o árbitro foi o grande culpado da sua equipa sair da Parreira com o empate. Para o técnico chamusquense foi a dualidade de critério disciplinar que fez com que a sua equipa jogasse quase todo o jogo com menos um elemento.Para João Henriques só a sua equipa quis ganhar o jogo desde o primeiro minuto. “Mas quando cheguei e vi o estado do terreno vi logo que o jogo seria uma autêntica lotaria. Uma lotaria que acabou por não sair a ninguém, porque houve alguma “batota”, por parte do árbitro”, afirmou.O técnico torrejano reconhece que foi um jogo demasiado nervoso para esta altura da época, e garante que a sua equipa tinha obrigação de se mostrar mais tranquila. “Temos cinco pontos de vantagem e estávamos em superioridade numérica, mas também é verdade que as condições do campo não deixavam jogar ninguém, mas tínhamos obrigação de fazer melhor”.João Henriques chamou ainda a atenção para a forma como os responsáveis da equipa da Chamusca fizeram pressão sobre a equipa de arbitragem. “Não é nada correcto a forma como o fizeram, mas ganharam com isso, pelo menos um dos golos que nos foram anulados foi legalíssimo”, garantiu.Mário Lázaro preferiu destacar a forma como os seus jogadores se bateram, embora aceite que a sua equipa perdeu dois pontos, e chamou a atenção para a dualidade de critério do árbitro. O técnico chamusquense que viu a sua equipa reduzida a dez elementos logo aos seis minutos de jogo, pergunta. “Como é possível que o Afonso tenha chegado ao fim, depois de tudo o que fez, assim não é possível equilibrar as coisas. O árbitro não esteve à altura de um jogo desta intensidade”, referiu

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