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Famílias portuguesas tencionam consumir mais este ano

Edição de 07.02.2008 | Economia
As famílias portuguesas tencionam consumir mais este ano, dando prioridade às despesas em conforto para o lar, enquanto que as expectativas de poupança se mantêm praticamente estáveis, indica um estudo do Banco Cetelem. “Os portugueses querem consumir mais, à semelhança dos restantes países europeus, demonstrando uma euforia controlada, e esperam manter o nível das suas poupanças praticamente estável”, disse à imprensa o administrador delegado do Banco Cetelem em Portugal, Miguel Cabaça.A edição de 2008 do estudo “O Observador Cetelem”, apresentada em Lisboa, analisa os mercados para melhor compreender e poder antecipar as expectativas dos consumidores europeus. O trabalho foi elaborado com base em mais de 12.500 entrevistas realizadas em 13 países europeus: Bélgica, Alemanha, Eslováquia, Espanha, França, Hungria, Itália, Polónia, Portugal, República Checa, Reino Unido, Rússia e Sérvia.“A melhoria do moral dos consumidores europeus prevista pelo O Observador Cetelem há um ano “confirmou-se. Influenciando pela melhoria económica do ano de 2006, o moral dos consumidores europeus, medido no Outono de 2007, registou um crescimento em relação ao ano transacto, atingindo 4,9 pontos em 2007, contra 4,7 em 2006, numa escala de 0 a 10”, realçou o responsável.Apesar de os portugueses se mostrarem como os mais pessimistas, ou seja, com o moral inferior à média europeia, no conjunto dos países analisados, contrastando com os belgas, povo que lidera em optimismo, os portugueses querem comprar este ano mais electrodomésticos, equipamentos para bricolagem/jardinagem, computadores pessoais e motos scooters.“O lazer e as viagens, o desporto e o imobiliário registam diminuições, mas as obras de casa, o móveis e os automóveis mantêm níveis de intenções de compra semelhantes aos do ano anterior”, refere o estudo. Para este ano, a vontade dos portugueses em comprar telemóveis também cresce, “mas de forma mais ténue”, depois do pico de intenções de aquisição por parte das famílias portuguesas em 2007, assegura Miguel Cabaça.

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