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“Jogadores do Monsanto estão a ser assediados por um clube do distrito”

Edição de 30.04.2008 | Desporto
O treinador do Grupo Desportivo de Monsanto, Vítor Alves, estava preocupado e agastado no final do jogo. Preocupado por ter cedido segundo empate consecutivo no seu terreno. Agastado pelo assédio que está a ser feito aos jogadores por um clube do distrito.Quanto ao jogo, Vítor Alves, diz que a equipa continua a ter os mesmos princípios de jogo que teve durante a primeira fase do campeonato. “Praticamos bom futebol, mas em termos de eficácia e finalização, onde éramos uma equipa temível, as coisas não estão a ser tão coerentes como eram. Não custa reconhecer que estamos naquela fase em que para fazer um golo é preciso criar quatro ou cinco oportunidades, e isso hoje já não é muito fácil”, garantiu.Por outro lado Vítor Alves não escondeu o desagrado de nos últimos dois jogos ter perdido quatro pontos em casa. “Quatro pontos que podem vir a fazer muita falta no futuro. De qualquer modo nada está perdido, continuamos a fazer um trabalho positivo, que nos leve a ser felizes no fim do campeonato”.Mais agastado Vítor Alves estava com o facto de haver um clube do distrito a aliciar os jogadores. “Há clubes vizinhos que nos atormentam com convites e ofertas a jogadores do nosso plantel, que oferece verbas incomportáveis, e isso faz com que a equipa trabalhe com um coração fantástico, mas a cabeça acaba por ter algumas falhas em momentos decisivos”.“Lastimo que isto aconteça, eticamente acho isto reprovável, e muito mais quando vem de clubes da mesma associação, que como nós estão empenhados na subida, e era bom que todos se apoiassem nos seus objectivos, mas infelizmente há pessoas que após passagens por este clube, acham que é o momento de desestabilizar um pouco a cabeça dos atletas e isso acaba por trazer alguma desconcentração nos momentos decisivos”, disse Vítor Alves, manifestamente desagradado.O treinador garantiu que no Monsanto toda a gente está concentrado até ao último minuto no objectivo que foi traçado há nove meses. “Até ao último minuto do campeonato só vamos pensar nisso, nada mais vai ser avançado. Por isso lastimo que outros clubes ou outras pessoas que não façam isso e que tentem desestabilizar os nossos atletas, convidando-os e oferecendo-lhes dinheiro, que repito nem sequer têm possibilidades de lhes pagar o que lhes oferecem para a época que vem”.

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