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Mário Aníbal adia greve de fome

Edição de 30.04.2008 | Desporto
O atleta Mário Aníbal aceitou o pedido feito pelos responsáveis do Instituto do Desporto de Portugal para esperar pelo parecer do Procurador-Geral da República sobre a legislação e aplicação dos seguros desportivos, e assim adiou a anunciada greve de fome.Mário Aníbal, atleta que foi recordista nacional do decatlo e representou Portugal em Jogos Olímpicos, Campeonatos do Mundo e da Europa, ficou incapacitado para a prática do decatlo de alta competição devido a um tumor no fémure, e por isso reclama a activação do seguro de invalidez para a prática do desporto de alta competição, a que diz ter direito, uma indemnização de 50 mil euros, mas a situação arrasta-se desde 2004, e por isso o atleta tinha tomado a decisão de entrar em greve de fome.Numa reunião no Instituto do Desporto de Portugal, em que intervieram os responsáveis da instituição, o atleta, o presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, Fernando Mota e o presidente da Associação de Atletas de Alta Competição, Paulo Bernardo, Mário Aníbal foi aconselhado a esperar até ao início de Maio, altura em que o parecer do Procurador-Geral da República vai chegar à Secretaria de Estado da Juventude e Desporto.O atleta disse a O MIRANTE que aceitou esperar até ao início de Maio, “porque fiquei convencido de que as pessoas que estiveram na reunião estão empenhadas em resolver a situação, que me afecta a mim e mais três dezenas de atletas”, mas Mário Aníbal garantiu que este foi o último adiamento. “Se a resposta não vier no início do mês de Maio, partirei para a greve de fome”, disse convicto.

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