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Apreensões de produtos perigosos cresce 53 por cento

Edição de 30.04.2008 | Economia
O número de produtos perigosos retirados do mercado na União Europeia aumentou 53 por cento de 2006 para 2007, segundo o relatório anual da Comissão Europeia sobre o Sistema de Alerta Rápido (Rapex), divulgado em Bruxelas. Em valores absolutos, o número de notificações aumentou, no mesmo período, de 1.051 para 1.605, das quais 18 em Portugal, o que, para Bruxelas, significa que a capacidade de vigilância nos Estados-membros melhorou e que os consumidores estão mais bem protegidos.As 18 notificações em Portugal representam 1 por cento do total dos 27 e, em números absolutos, são mais sete que as registadas em 2006, tendo o recorde nacional de 42 sido atingido em 2005. Em relação ao país de origem dos produtos notificados como perigosos, a maioria (700) são chineses, seguindo-se 177 de produtos de origem desconhecida e 79 alemães.A maioria das notificações - 417, que representam 31 por cento - dizem respeito a brinquedos, 197 (15 por cento) a veículos motorizados, 156 (12 por cento) a utensílios eléctricos, 84 (seis por cento) a equipamento de iluminação e 81 notificações (seis por cento) a cosméticos.O Rapex, que diz respeito apenas a produtos não alimentares, assegura que a informação sobre produtos perigosos identificados pelas autoridades nacionais circula rapidamente pelos 27 Estados-membros. Os produtos em causa são retirados do mercado e destruídos. O sistema integra actualmente 30 países, os da União Europeia e ainda a Islândia, Liechtenstein e Noruega.A comissária europeia para a Defesa do Consumidor, Meglena Kuneva, considerou que “as autoridades públicas estão claramente a assumir as suas responsabilidades”. Salientou ainda que, com a existência de mecanismos como o Rapex, “as pessoas podem fazer as suas compras em paz”.

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