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O olhar azul da cor do mar perde-se no horizonte.

O olhar azul da cor do mar perde-se no horizonte.

Edição de 30.04.2008 | Sociedade
O olhar azul da cor do mar perde-se no horizonte. O traje tradicional usado em Saint Albans (Zona Leste de Inglaterra) remete-nos para o século XVIII. O olhar sereno transmite-nos uma calma imensa. Uma calma que nos faz imaginar como seria a vida há três séculos. Quando o mundo corria mais devagar e não havia urgência de chegar a lado algum. A senhora da foto pertence ao grupo tradicional de folclore English Miscellany que dança músicas tradicionais inglesas. Sentada na cadeira aguarda tranquilamente pela hora da actuação do seu grupo. Um dos oito países convidados do primeiro festival internacional de folclore de Benfica do Ribatejo. Um encontro onde diferentes culturas se reuniram e trocaram experiências.O momento é de descompressão e concentração. O sol de final de tarde de Primavera aquece a alma. A inglesa parece alheada de tudo o que a envolve. Há que aproveitar e desfrutar novas paisagens. Nunca antes vistas. Afinal a estada por terra lusas é curta. Em breve estarão de volta ao seu país. À terra onde nasceram e sempre viveram. É bom sair do nosso pequeno mundo. Conhecer outros países. Novas culturas. Outras coisas. Pessoas diferentes. Sentir a liberdade e a imensidão do espaço cósmico que ocupamos.Mas sabe melhor ainda quando voltamos ao nosso cantinho. O nosso porto seguro. Que conhecemos tão bem como as linhas das nossas mãos. As rotinas recomeçam. O trabalho espera-a. A família também. Como acontece em qualquer parte do mundo. Com a diferença que regressamos a casa com a alma cheia. De imagens, paisagens e novidades. Para partilhar com a nossa família e amigos. Ou guardar tudo dentro de nós. Um segredo. Para sempre. Ana Isabel Borrego
O olhar azul da cor do mar perde-se no horizonte.

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