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Associação de Defesa do Património apresenta queixa

Edição de 03.07.2008 | Sociedade
A Associação de Estudo e Defesa do Património Histórico-Cultural de Santarém (AEDPHCS) apresentou segunda-feira uma queixa-crime no Ministério Público onde denuncia a alegada destruição de vestígios arqueológicos durante as obras de remodelação de um edifício situado em frente ao Teatro Rosa Damasceno. Os acontecimentos que deram origem à queixa remontam a Julho de 2007. A Associação alega que durante a movimentação de terras terão sido “destruídas definitivamente algumas camadas superiores de vestígios arqueológicos”. O que, na altura, motivou participações ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), Câmara de Santarém e Associação Nacional de Engenheiros Técnicos de que não tiveram eco. Quase um ano depois, a Associação decidiu actuar após ser confrontada com a autorização da Câmara de Santarém de alterações ao projecto em curso, que passam pela demolição das fachadas e respectiva reconstrução, segundo a traça original. Uma deliberação que contou com o parecer positivo do IGESPAR. A AEDPHCS apelou ao Ministro da Cultura que impeça a demolição das fachadas do imóvel e a “consequente obrigação do promotor colocar uma adequada estrutura de contenção das fachadas” e a “adaptar o projecto de arquitectura aos valores arqueológicos encontrados”.

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