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Governo pede ousadia aos agentes económicos nas candidaturas ao QREN

Governo pede ousadia aos agentes económicos nas candidaturas ao QREN

Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional considera que a desertificação não é uma fatalidade
Edição de 10.07.2008 | Economia
Coesão e competividade territoriais são dois vectores indespensáveis para o desenvolvimento sustentado do país, disse o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Rui Baleiras, que esteve em Tomar na sexta-feira, 4 de Julho, para participar no 14.º Congresso Anual da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional. Rui Baleiras considera que a desertificação não é uma fatalidade e combate-se promovendo a coesão territorial e, sobretudo, fomentando a sua competitividade. Por isso desafiou as entidades públicas e privadas a investir e a candidatar iniciativas “de qualidade” aos programas de financiamento público, para as conseguir materializar. “Se tivesse que usar uma única palavra para descrever o QREN escolhia a palavra ousar e é esse o desafio que lanço a todos os agentes económicos. O QREN está de portas abertas a todos os que queiram ousar”, rematou. Para Rui Baleiras, o actual estado da economia portuguesa justifica que seja dada prioridade a medidas de promoção da competitividade territorial como condição necessária para alavancar mais coesão no futuro, em termos de provisão de equipamentos e infra-estruturas de utilização colectiva, entre as regiões portuguesas. “Mal grado o investimento público considerável, esta forma de fazer política não foi ainda suficiente para reduzir as desiguldades no território em matéria de competividade”, apontou, sublinhando que o Governo socialista tem actualmente uma “resposta completa” em termos de instrumentos de incentivo à revitalização económica dos territórios mais desertificados. Nesse âmbito destaca a última iniciativa dirigida ao desenvolvimento do interior, o PROVERE – Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos, que mobiliza um vasto conjunto de estímulos financeiros para projectos de investimento privado em economias rurais, desde que inseridos em programas de acção colectiva. O secretário de Estado salientou, no entanto, que os promotores privados devem ser incentivados a desenvolver os seus projectos em rede em vez de os candidatar ao PROVERE de forma avulsa. “Nunca antes a política regional se situou num patamar tão elevado na organização das politicas estruturais do desenvolvimento do nosso país”, sublinhou. Para o secretário de Estado é necessário mudar o país “nas empresas, nas autarquias, na administração central, nas instituições de ensino superior e nas instituições sem fins lucrativos”.
Governo pede ousadia aos agentes económicos nas candidaturas ao QREN

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