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Inaugurações recebidas com entusiasmo pelo povo da Parreira

Inaugurações recebidas com entusiasmo pelo povo da Parreira

Novo tabuleiro da Ponte das Palhas e esgotos do Salvador há muito desejados
Edição de 09.07.2008 | Sociedade
Os presidentes da Câmara da Chamusca e da Junta de Freguesia da Parreira inauguraram sábado o novo tabuleiro da ponte das Palhas, os esgotos pluviais do lugar de Salvador e a beneficiação e requalificação do recinto de festas, centro de convívio e polidesportivo. Os autarcas aproveitaram a realização das festas da freguesia e o presidente da junta, Manuel Rodrigues António (PSD), agradeceu ao executivo da câmara: “O dia 5 de Julho ficará na memória de todos nós como um dia grande para a população da freguesia da Parreira, especialmente para os habitantes do pequeno lugar do Salvador”, a mais beneficiada com as obras realizadas. A pequena ponte das Palhas foi construída em 1983 pela Escola Prática de Engenharia para servir um pequeno grupo de agricultores e moradores nos casais dispersos do outro lado da ribeira que lhe dá o nome. O tabuleiro era em madeira, degradou-se e já não permitia a passagem a qualquer veículo. Foi totalmente requalificada, levou um tabuleiro em aço que permite a passagem de veículos até vinte toneladas.No pequeno lugar de Salvador sempre que chovia com um pouco mais de intensidade as pessoas que moram na parte baixa sofriam com a água e a lama a estragar-lhes as hortas e por vezes a entrar-lhes pela casa. “Era para ser feita apenas a primeira fase da obra, mas com a compreensão dos moradores e a colaboração da junta de freguesia foi possível avançar também com a segunda fase. Tenho a certeza de que os problemas vão ficar solucionados”, garantiu o presidente da Câmara da Chamusca, Sérgio Carrinho (CDU).As críticas do presidente da juntaDurante a cerimónia, o presidente da Junta da Parreira deixou algumas críticas aos conterrâneos que diziam que só se faziam obras na sede da freguesia. “Tudo se faz na altura certa. Mesmo sem ter conseguido apoio para estas obras que orçaram em mais de 300 mil euros, a câmara avançou com elas e hoje são uma realidade que temos que enaltecer. Ao contrário do que alguns andam para aí a dizer, não é verdade que o 25 de Abril só agora chegou ao Salvador. Já chegou há muitos anos. Se assim não fosse não havia água canalizada, luz e ruas alcatroadas, que já existem desde 1987”, disse algo agastado.Manuel Rodrigues António respondeu ainda a alguns habitantes que andam a dizer que a recém criada associação empresarial era só para alguns. “A associação está aberta a toda a gente. Para se ser sócio só é preciso pagar uma jóia de 25 euros e uma quota mensal de 2,5 euros. É uma associação sem fins lucrativos para desenvolver a nossa terra, os lotes já estão todos vendidos e sinalizados”, disse.No recinto de festas as obras envolveram uma parceria entre a câmara, a junta de freguesia e também com a ajuda de algumas entidades. Levaram três anos a completar. “Fizemos todos um esforço muito grande, mas é uma enorme satisfação termos aqui na Parreira um dos melhores espaços do género. É um espaço multiusos que está à disposição de toda a população”, referiu o presidente da junta.Antes de terminar o seu discurso, Manuel Rodrigues António chamou a atenção para o projecto de urbanização a implantar no terreno inicialmente previsto para zona industrial. “Estamos a trabalhar para tentar fazer com que os jovens que daqui saíram por não terem espaço para construir as suas casas regressem”, referiu voltando às críticas, dessa vez para chamar a atenção das funcionárias do centro de dia. “Ao longo dos anos as festas foram feitas em união, futebol, rancho folclórico e centro de dia. Este ano o centro ficou de fora porque as suas funcionárias não estiveram dispostas a ajudar. Isso foi muito mau porque a associação precisa de verbas para funcionar e as funcionárias que pensam que têm o seu lugar garantido precisam de ajudar. Isto não está bom para ninguém e um dia podem chegar ao fim do mês e não haver dinheiro para lhes pagar o ordenado”.
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