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Petição contra “desmembramento” do Castelo e Convento de Cristo

Edição de 17.07.2008 | Cultura e Lazer
A petição online contra o “desmembramento” do conjunto monumental do Convento de Cristo, em Tomar, já ultrapassou as 1.200 as assinaturas. Um grupo de cidadãos, encabeçado por Rui Ferreira, tomou a iniciativa de avançar com esta petição depois da publicação de uma Portaria publicada a 20 de Dezembro que divide o monumento por duas tutelas diferentes: o Castelo e a Ermida de N. Srª da Conceição ficam sob a tutela da Direcção Regional da Cultura enquanto o Convento de Cristo e o Aqueduto dos Pegões ficam sob a alçada do IGESPAR – Instituto de Gestão do Património. Para os subscritores da petição, “importa saber que é, exactamente, a diversidade arquitectónica e histórica na sua íntegra continuidade que sustenta o reconhecimento do Conjunto como Património da Humanidade, ou seja, Castelo, Convento, Cerca, Ermida e Aqueduto.” Jorge Custódio, ex-director do Convento de Cristo, é um dos signatários da petição. O antigo responsável refere que não entende esta separação uma vez que o Estado investiu grandes somas de dinheiro para resgatar todas as partes do Convento de Cristo com vista a criar um conjunto que alberga todos os monumentos que foram classificados separadamente. Para Jorge Custódio, esta separação das tutelas é “um contrasenso e um retrocesso” que mostra uma “grande leviandade política e administrativa”. A portaria de 20 de Dezembro é considerada “um espartilhamento” e representa “um retrocesso, cultural e da política de gestão deste património”. Os subscritores apelam “à unidade da memória” da Ordem do Templo e da Ordem de Cristo em Tomar.

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