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Metade do tempo em transportes públicos

Edição de 23.07.2008 | Sociedade
Ana Santos vive em Vila Franca de Xira e apanha o comboio suburbano para Lisboa, onde trabalha, todos os dias úteis. O carro fica estacionado ao pé de casa. “Já não tenho paciência para passar horas e horas nas filas de trânsito. A gasolina e as portagens também estão caras”, desabafa. Compra o passe mensal que lhe custa 54,80€- por ser combinado (CP e o Metro). Se só precisasse de utilizar o comboio o passe ficar-lhe-ia por 35,45€. Como ela são cerca de 1300 os vila-franquenses que compram o passe todos os meses, na estação da cidade. Nove paragens e cerca de 20 minutos separam a cidade da lezíria da capital. Provenientes de Azambuja ou de Castanheira do Ribatejo, os comboios começam a passar na estação às 5h16m e têm uma frequência regular (de 30 em 30 minutos). Com o Tejo a acompanhar a viagem, Ana Santos sai de Vila Franca por volta das 8h10 e chega à estação do Oriente às 8h30. Durante o trajecto, encontra quase sempre lugar sentada e aproveita para ler o jornal, distribuído gratuitamente à entrada da estação, para conversar com alguma amiga que encontre na carruagem, ou simplesmente para “apreciar a paisagem”. Depois são mais 15 minutos de metro. Trinta e cinco minutos para chegar ao trabalho no centro de Lisboa. Menos de metade do tempo que levaria se utilizasse o carro. Diz que não tenciona mudar. “Para além de ganhar tempo, poupo dinheiro e contribuo para melhorar o ambiente”, explica.

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