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Crise financeira agudiza-se no União desportiva de Rio Maior

Crise financeira agudiza-se no União desportiva de Rio Maior

Sindicato accionou fundo de garantia salarial para adiantar 350 euros a cada jogador

A crise financeira no União Desportiva de Rio Maior tende a agravar-se. Os jogadores, alguns deles profissionais, já não recebem ordenado desde Outubro de 2008, e alguns encontram-se em situação muito precária. O presidente do clube está a reflectir para tomar uma decisão em relação à sua continuação à frente do clube.

Edição de 26.02.2009 | Desporto
O União Desportiva de Rio Maior atravessa uma grave crise financeira. A situação já vem de épocas anteriores, mas nos últimos tempos agravou-se, e o clube nem sequer tem conseguido arranjar dinheiro para pagar os ordenados aos jogadores, que já não recebem qualquer verba desde Outubro de 2008. Como alguns dos jogadores que fazem parte do plantel são profissionais, e estão a passar por graves dificuldades, pediram o apoio do Sindicato dos Jogadores Portugueses de Futebol (SJPF), que tem vindo a tentar ajudar a resolver o problema.O presidente do SJPF, Joaquim Evangelista resolveu mesmo accionar o fundo de garantia salarial para apoiar os jogadores do União de Rio Maior, “O sindicato accionou o fundo de garantia salarial e disponibilizou uma verba, de 350 euros, a cada jogador, depois de ouvir da parte da direcção que vai começar, em breve, a regularizar a situação de incumprimento”, afirmou Joaquim Evangelista, após uma reunião com os 19 jogadores do plantel, equipa técnica e presidente do clube.Segundo o presidente do SJPF, este apoio “é importantíssimo” e “um alívio, para fazer frente às situações mais prementes” dos jogadores, que perante os quase quatro meses de subsídios em atraso ponderaram a paragem definitiva.ntretanto o presidente do União de Rio Maior, Albano Mota, reconhece não ser fácil gerir o clube, e garantiu que irá “reflectir para tomar uma decisão nos próximos dias” sobre a sua continuidade no clube.No entanto, o dirigente enalteceu a sua “vontade e a vontade dos jogadores e treinadores de continuar a lutar para colocar o clube nos seis primeiros lugares, e garantir definitivamente a manutenção na terceira divisão nacional”.Domingo em jogo com o Futebol Benfica, os jogadores do União de Rio Maior deram mais uma boa indicação dos seus níveis de dignidade, lutaram duramente pelo melhor resultado, empataram 0-0, não conseguiram não garantiram ainda matematicamente a manutenção, mas ela está praticamente garantida. Disputadas vinte e duas jornadas e a quatro do final da primeira fase, o União Desportiva de Rio Maior ocupa a segunda posição na série E, com 40 pontos, menos oito do que o líder Camacha.
Crise financeira agudiza-se no União desportiva de Rio Maior

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